sexta-feira, 11 de setembro de 2015

PAN/M diz uma "Obrigação Moral" o Acolhimento dos Refugiados

Através de comunicado, o PAN Madeira vem publicamente dar conta da sua posição em relação à crise dos refugiados que está a ocorrer na zona do Mediterrânio, referindo que assiste a este flagelo "com grande perplexidade e choque".
"É claro que perante a crise humanitária em curso, os países que constituem a União Europeia (EU) têm a obrigação moral de agir, pondo de parte hipocrisias e assumindo a responsabilidade de honrar os valores que estiveram na origem da fundação da EU, nomeadamente o respeito pela dignidade humana, a liberdade, a democracia, a igualdade, o Estado de Direito e o respeito pelos direitos humanos, incluindo os direitos das pessoas pertencentes a minorias. O acolhimento destes refugiados, não descurando uma especial atenção às eventuais tentativas, potencialmente nocivas, de infiltrações, é uma obrigação moral, mas simultaneamente é também, a exigência de um forte empenhamento para que as causas que estão na origem do flagelo sejam eliminadas, nomeadamente a intromissão das grandes potências mundiais na política interna dos países, a imposição de um modelo de consumo globalizado e baseado no consumo desenfreado, entre outras, pois só assim será possível diminuir o preço da política externa dos governos que dirigem o planeta", adianta.
"A R. A. Madeira deve também dar o exemplo, na proporção das suas possibilidades, de que está atenta ao infortúnio, recebendo e monitorizando alguns refugiados. E embora os contextos sejam diferentes, não deverá esquecer, todas aquelas pessoas já residentes na região e que passam por gigantescas dificuldades e olharam com dificuldade para este generoso acolhimento. É no entanto com acções dignas de registo que até os mais pequenos, se tornam grandes", conclui o PAN-Madeira.

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